ITIL

2009 Março 19
por Daniella Castelucci

Devido a mudanças profissionais, tenho estudado recentemente o ITIL. Para quem ainda não conhece, é uma biblioteca de melhores práticas para fornecimento de serviços de TI que foi criada por uma agência do governo britânico.

Atualmente, muitas empresas têm exigido conhecimento em ITIL por este permitir uma linguagem comum no gerenciamento de problemas, mudanças e suporte. Como exemplo podemos conhecer o conceito de Service Desk, que é o ponto de contato único que o usuário tem com o prestador de serviços de TI. São recomendadas características dos profissionais desta Service Desk, sugestões de motivação da equipe, treinamentos e outras informações.

Resumindo a ópera, o ITIL é a “wishlist” de qualquer usuário de serviços de TI se transformando em guia de procedimentos do prestador de serviços. E o próximo artigo será sobre ele.

Mais sobre acessibilidade

2009 Fevereiro 26
por Daniella Castelucci

Meu irmão me mandou hoje uma referência muito interessante para quem está aplicando os conceitos de acessibilidade em suas produções: http://www.acessibilidadelegal.com/13-guia.php. Este é um guia desenvolvido pela UNIRIO que traz alguns sites de referência, leitores de tela, diretrizes e validadores. Boa navegação! :-)

Além da Usabilidade

2009 Fevereiro 19
por Daniella Castelucci

Mesmo sendo a “menina dos olhos” da Arquitetura de Informação, a Usabilidade não é o único fator decisivo para o sucesso de um website

Por: Daniella Castelucci

O termo usabilidade é um neologismo, adaptado da palavra em inglês Usability, e é derivado da união das palavras use (uso) e hability (habilidade). Logo, podemos associar a usabilidade como a facilidade com que o equipamento, site, produto, aparelho ou objeto é usado, ou seja, quanto de experiência anterior é exigido para o uso e com que rapidez o usuário “aprende” a utilizá-lo. De forma simplificada, a usabilidade em um site é a facilidade com que os visitantes conseguem encontrar o que querem nele, navegar confortavelmente e entender a mensagem que foi passada (esta característica é, inclusive, regularizada pela norma ISO 9241). É importante não misturar com o conceito de ergonomia: a usabilidade é, na verdade, um ramo da ergonomia. É muito interessante acessar o artigo da Renata Zilse  sobre esta diferença.

Meu professor Márcio Vitale costuma dizer que todos conhecem e vêem a necessidade da usabilidade, porém sem saber que existe este nome. Fica fácil entendermos esta afirmação quando visitamos sites como o Ta Difícil , da consultora Mercedes Sanchez. Esta profissional recebe dos leitores do blog mensagens indicando problemas de usabilidade em serviços públicos, produtos ou lugares, e publica estes casos para conscientizar consumidores e empresas da importância de se dar atenção para este quesito.

Porém, além da usabilidade, existem outros aspectos importantíssimos. O prof. Dr. Philip Rhodes, da Empresa de Experiência Centrada no Usuário fhios , apóia a experiência do usuário em três pontos: usabilidade, envolvimento e utilidade (usable, engaging and useful). A primeira e a segunda (com menos frequência), são as mais discutidas quando o assunto é experiência do usuário (ou User eXperience, como é mais fácil encontrar no Google). Dr. Philip Rhodes apresenta, de forma ilustrada, o envolvimento que o site pode conquistar do usuário, baseando-se no tempo que o usuário leva para conseguir o que quer, o esforço que teve que aplicar para isso e a recompensa que teve:

Gráfico de experiência do usuário, adaptado de material da fhios

Gráfico de experiência do usuário, adaptado de material da fhios

 

Esta é uma representação simples, mas muito funcional, do relacionamento do site com o usuário. Quando o esforço e o tempo despendidos são altos, mas a recompensa é baixa (Ponto X0Z1Y1), não haverá interesse de o usuário continuar no site. Porém, quando há muita recompensa após pouco tempo e com pouco esforço (Ponto X1Z0Y0), podemos dizer que a interação é ótima. A realidade está mais próxima do ponto X1ZnYn, que representa tempo e esforço médios para uma recompensa ótima. Esta recompensa é o objetivo conquistado, a satisfação do requisito levantado durante as fases iniciais de Arquitetura da Informação do projeto.

Porém, pouca gente dá atenção a algo que a duras penas inventores foram descobrindo, e que faz parte do tripé proposto por Rhodes: a utilidade. Uma pinça para tirar pêlos de ovos pode ser muito fácil de ser usada (usabilidade) e cativar o usuário para que este a use (envolvimento). Isso não muda o fato de que esta pinça não tem a menor utilidade e poucas pessoas irão deixar de usar outros produtos ou investir seu tempo de outra maneira ao invés de usarem-na. Mesmo sendo um exemplo caricaturado, esta situação chama a atenção para um fato que vem ocorrendo com muita frequência na Internet: os sites que parecem ter todos os elementos para serem bem sucedidos, mas acabam caindo no esquecimento.

Antes de começar a produzir, é essencial planejar. E, antes de começar o planejamento, é preciso definir a razão pela qual você está trabalhando. Este site vai ajudar alguém a produzir melhor? Vai ter alguma utilidade pública? Pode divertir as pessoas? Você deixaria de fazer qualquer coisa para visitar este site? Se este site fosse um produto, como e onde você o venderia?

Uma boa fonte para determinar a utilidade de um novo projeto, quando não há tempo ou orçamento para pesquisas com usuário, é a compilação de dados a partir de comunidades e fóruns virtuais. A confiabilidade destes recursos é confirmada pelo estudo que a Talk Interactive fez em parceria com a Datafolha. Esta pesquisa demonstrou que 48% dos usuários pesquisam em fóruns antes de comprar os produtos. Este resultado deixa muito claro que, com algum tempo investido em navegação pelos destinos virtuais mais populares entre seu público alvo, você consegue entender o que estas pessoas esperam, e como pode servi-las.

Como você pode ver, as mudanças nas relações humanas, como virtualização dos contatos, diminuição do tempo disponível e facilidades disponibilizadas por mecanismos de busca e comparação, têm mudado a forma como o Arquiteto de Informação pode obter a matéria-prima de seu trabalho. Não se esqueça: por ser uma ciência mutante, qualquer metodologia de AI deve ser revista de tempos em tempos para se adaptar ao novo ser humano que surge a cada dia.

Fora de Serviço – até 05/01

2008 Dezembro 23
por Daniella Castelucci

Chegaram as férias, as festas, as chuvas, as confusões

Depois de um ano de clima confuso, muito trabalho, troca de emprego, troca de casa, crise, queda da bolsa, alta do dólar, artigos, traduções, aulas, projetos, chegou a hora de eu dar uma parada e pensar no que passou, no que aprendi com tudo isso e o que devo fazer diferente.

Recomendo a todos que usem estes poucos dias de clima de oba-oba para pensarem no real motivo destes dias, e em como cada um se sente ao se deparar com um dia sem obrigações. Como se sente consigo mesmo, como vê a si mesmo sem o espelho.

Eu estou tirando férias de tudo hoje, com muitos planos legais pra esse fim de ano, e volto no dia 5 de janeiro. Curta esta pausa, todos nós merecemos! Mas não se esqueça de que existem pessoas precisando de você mais do que nunca: pessoas que, porque o ser humano não sabe pensar em longo prazo e poupar recursos, agora não têm onde comer uma ceia. Pior: não têm nem uma ceia para comer. Tente ajudar, seja enviando doações, seja oferecendo ajuda, seja mentalizando energias positivas. Mas tente ajudar. No fim, somos todos um só. A harmonia perfeita do universo só existe quando cada uma de suas partes está bem.

Um feliz natal, um 2009 como você merece, e muita sorte e coragem nesta nova etapa!

Essa tal Acessibilidade na Web

2008 Novembro 24
por Daniella Castelucci

A onipresença da sua página, possibilitada pela Internet, só pode ser alcançada se todos os tipos de público puderem acessá-la e decidir se o seu conteúdo é interessante ou não. E esta é uma decisão que deve caber aos próprios usuários, com ou sem necessidades especiais.

Por: Daniella Castelucci

 

      A acessibilidade é um conceito que ganhou foco da web há pouco tempo, quando deficientes visuais começaram a ganhar processos judiciais contra empresas que tinham web sites sem uma versão que pudesse ser acessada por usuários com programas leitores de tela. Mas a acessibilidade não tange somente à deficiência visual: um site acessível deve ter sido construído preocupando-se sempre com o que ele vai exigir também de capacidade motora, recursos técnicos, largura de banda e capacidade auditiva. Vale lembrar que um site com uma abertura em Flash pesada, que não tenha a opção de pular esta abertura para exibir seu conteúdo, não poderá ser acessado corretamente por pessoas que utilizam conexão discada ou que não tenham o Flash Player instalado. Além disso, páginas que exigem que o usuário clique em pontos específicos da tela, arrastem elementos ou movam barras de rolagem estreitas exigem uma coordenação motora impossível para usuários com braços fraturados, problemas nervosos ou visão limitada.

 

      O W3C, consórcio responsável pela criação e homologação de padrões para a Internet, apresenta um conjunto de 14 diretrizes a serem seguidas pelos desenvolvedores web para garantir que o site seja acessível por qualquer pessoa que esteja interessada nele. Estas diretrizes incluem regras com relação à exibição de vídeos, imagens, legendas, versões alternativas de conteúdo, e possibilitam a classificação dos sites considerados acessíveis em 3 níveis, conhecidos como “3 A’s”, dependendo do grau de necessidade das diretrizes que foram seguidas. O grau mais alto é o “AAA”. Esta lista de diretrizes pode ser acessada em sua versão original através do endereço http://www.w3.org/TR/WCAG/. A versão em português está disponível em http://www.geocities.com/claudiaad/acessibilidade_web.html. As diretrizes do W3C são as mais recomendadas por considerarem quase todos os tipos de limitações que os usuários podem encontrar, além de orientar sobre as alternativas que garantem a acessibilidade e fornecer um guia de validação para a produção HTML. E é somente seguindo estas diretrizes que um site pode ganhar o selo de acessibilidade.

 

A PRODAM (empresa de tecnologia da informação e comunicação do município de São Paulo) cita em seu site que, de acordo com o CENSO do IBGE de 2000, quase 25 milhões de brasileiros têm pelo menos uma deficiência. Além disso, existem diversas leis de universalização da informação e igualdade entre cidadãos que só podem ser seguidas se a sua página não faz com que cidadãos com deficiências sintam-se excluídos de sua audiência. Vale lembrar, também, que a acessibilidade amplia consideravelmente o público de um site, o que a transforma em uma decisão estratégica. A Europa é pioneira na popularização da acessibilidade e na produção de conteúdo sobre este tema. No site português http://visibilidade.net/ferramentas-bibliografia/ferramentas-acessibilidade.html podemos encontrar uma lista interessante com ferramentas para desenvolvimento e validação de páginas acessíveis.

 

Por exigir uma preocupação constante com a implementação de recursos que ainda não possuem um equivalente que respeite as deficiências dos usuários e de seus equipamentos, a acessibilidade é vista com maus olhos por alguns profissionais da criação. Esta é uma postura precipitada e egoísta, pois existem muitas soluções criativas que tornam o site atraente tanto para o usuário comum quanto para aquele com alguma necessidade especial, além de diversas alternativas simples para os recursos de mídia.  Caso você ainda tenha alguma dúvida sobre que postura tomar com relação à acessibilidade, assista o vídeo Acessibilidade Web – Custo ou Benefício, disponível no endereço http://acessodigital.net/video.html. Certamente será mais fácil adotar este conceito após conhecer os exemplos de vida deste filme.

Menu: a tábua de salvação dos navegantes

2008 Outubro 31

Mais do que uma simples lista de links, o menu é o ponto de referência para que o usuário não se sinta perdido no seu site e encontre o que busca.

Atualmente, muitos sites têm minimizado a importância do menu, esquecendo-se de que, para a maioria dos usuários, este exerce um papel fundamental: a “terra firme”. É através do menu que o usuário conhece a estrutura do site (evitando, assim, a necessidade de entender a hierarquia do mapa do site quando esta é muito complexa), busca sua informação (quando o sistema de busca não é suficientemente atrativo ou eficiente) e volta para o ponto onde se perdeu.

Em tempos de “buscabilidade”, “usabilidade” e “nuvem”, velocidade é o conceito que guia as ações do usuário, como disse Jakob Nielsen [1] em entrevista à BBC [2]. E nada mais rápido do que achar onde você está e aonde você quer ir logo ali, no canto de sua tela. Porém, há dois pontos problemáticos na construção de menus:

  1. Muitas vezes os menus não trazem todas as seções, sub-seções, sub-sub-seções do site. Isso cria uma sensação de “buraco”, transformando o menu em uma “vitrine” apenas. Para que tenha uma utilidade efetiva e sirva realmente como segurança para o usuário, é necessário que o menu reflita a hierarquia da planilha estrutural do site. Nem mais, nem menos. E isso nos leva ao segundo problema…
  2. A hierarquia do site tem a tendência de deixar o menu confuso, especialmente quando este possui mais de 3 níveis de hierarquia. Menus que abrem para a direita encobrem o conteúdo sendo apresentado, o que os impede de ficar aberto mesmo durante a leitura da página. Os que abrem para baixo podem tornar a página muito extensa em altura, desprivilegiando os links inferiores (especialmente as notas de rodapé).

    Estes problemas devem ser considerados e analisados, sempre com ajuda de um bom designer, para que seja desenvolvida uma solução criativa, que se adapte tanto ao layout do site quanto às necessidades do usuário (incluindo a usabilidade)
    Há alguns estudos científicos sobre os menus que valem a pena ser lidos. Um deles é o Adaptative Menu Design [3], da Human Factors International. Neste estudo, há um comparativo de 4 tipos de menu: Tradicional, Split, Folded e Temporal. Mesmo sendo um estudo relativamente antigo (de julho de 2004), traz informações interessantes sobre as aplicações de cada um destes tipos de menu.

    O importante, porém, é sempre considerar que o menu, assim como o site como um todo, está sendo feito para o usuário. Como as audiências são únicas, as necessidades também o são. O que pode ser perfeito para um público de estudantes de moda, por exemplo, pode ser extremamente confuso para um público de engenheiros mecânicos. Como exemplo, podemos citar a primeira versão do site do perfume Lolita Lempicka. Infelizmente, esta versão não está mais disponível para referência, mas vale a pena ser citada. O menu desta versão era na forma de um desenho barroco de um quarto, com uma penteadeira dourada, uma cama, uma prateleira de livros. Cada um desses elementos era um link para uma seção. Por exemplo, a penteadeira era o link para a descrição do perfume (usando a relação penteadeira – perfume), a prateleira de livros era um link para a história do perfume (relação livros – história) e mais 3 ou 4 links. Para navegar, era necessário passar por todos os elementos, “descobrir” as entradas para ler o conteúdo. Há um exemplo deste tipo de navegação “exploratória” no site de Vini Guimarães sobre tipografia, o Tipografia Artesanal Urbana. Para um portal de investimentos de um banco, por exemplo, esta solução seria catastrófica, porque investidores têm pouco tempo livre para “explorar” as informações e precisam de dados diretos. Mas, para clientes interessados no perfume a ponto de visitar o site para conhecer suas peculiaridades, o tempo e a necessidade de interesse pelo todo não eram problema. Vale ressaltar também que um site informativo com 2 níveis de hierarquia permite este tipo de flexibilidade que não é comportado por um portal corporativo, por exemplo.

    Quando for estruturar a navegação de seu site, lembre-se sempre da razão pela qual o site está sendo construído: o usuário. Coloque-se na pele dele. Como você gostaria de chegar à informação que procura? Você procura alguma informação específica ou quer “passear” pelo conteúdo? E, acima de tudo, lembre-se que existem pessoas com deficiências, limitações de hardware, limitações de software e equipamentos diferentes de um computador de mesa visitando sua obra. Mas isso é assunto para o próximo artigo J.

    1 Jakob Nielsen: “Papa” da usabilidade. Polêmico, Ph. D. em Interface Humano-Computador pela Universidade de Copenhague.

    Acessibilidade – quais os limites?

    2008 Setembro 19
    por Daniella Castelucci

    Vou deixar de postar uma notícia hoje para escrever algo próprio.

    Há muito tempo tenho me sentido meio incomodada por, sendo diabética, não poder acompanhar as pessoas que conheço quando estas vão a uma sorveteria, ou doceria, que não seja “diferenciada” e tenha produtos diet. Eu me sinto limitada por ter uma deficiência física que me impede de ter os mesmos direitos que as outras pessoas. Neste caso, direito de comer uma tortinha de morango em qualquer doceria, e não apenas na Ofner (por quase 9 reais).

    Por isso, enviei hoje à Associação Brasileira de Acessibilidade o seguinte e-mail:

    “Sou arquiteta de informação e tenho acompanhado a evolução da acessibilidade na web, o que considero muito interessante por universalizar o direito de acesso às produções das empresas.
    Porém, tenho pensado em um ponto: eu sou diabética e, por isso, não posso comer sobremesas e doces na grande maioria dos estabelecimentos. Sendo a diabete uma deficiência física, considero que esta minha condição me limita a ter acesso ao que as outras pessoas têm. Por exemplo, nós temos rampas em calçadas e elevadores em lojas para quem não pode andar. Por que não é obrigatório também que os produtores de alimentos tenham versões diet de seus doces?
    Muito obrigada!”

    Até onde vai a acessibilidade? Existem deficiências que não são consideradas importantes para terem uma lei que as menciona? Pode não ser importante para quem não tem familiares diabéticos, mas é de suma importância para quem passa por essa situação.

    ►Em tempo: lógico que existem pessoas diabéticas que consomem açúcar sem pensar nas graves conseqüências. Os efeitos são futuros, e não consumir açúcar é um ato de responsabilidade.

    Bienal do Livro não atrai público adulto

    2008 Agosto 21
    tags:
    por Daniella Castelucci

    Jornal Destak, 21/8/2008

    Em um país onde adolescentes lêem por obrigação, para passar no vestibular, e os livros são caríssimos, a cultura de leitura não se desenvolveu. É vergonhosa a taxa de livros por ano que os brasileiros lêem, e é uma pena que um evento tão interessante não consiga fazer as pessoas se mexerem por um pouco de cultura.

    Lei seca reduz casos de violência contra a mulher

    2008 Agosto 21
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    por Daniella Castelucci

    Jornal Destak, 21/8/2008

    Primeiramente eu gostaria de deixar claro que sou contra a denominação “Lei Seca”. A lei não impede ninguém de beber, somente de dirigir sob efeitos do álcool. O que, para mim, é mais que óbvio e deveria ter sido sempre assim.

    Mas é interessante saber que os índices de violência não só no trânsito estão diminuindo. Mais um ponto para a proibição de transformar o carro numa arma.

    Hora Extra deve pagar IR, diz STJ

    2008 Maio 30
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    por Daniella Castelucci

    Eu sou terminantemente contra o imposto que não é revertido para a população. Países escandinavos cobram uma boa parte dos salários como imposto, porém não é necessário gastar com mais nada além de bens. No Brasil, ao contrário, temos a situação caótica e ridícula que dispensa comentários.

    Dizer que horas que o trabalhador passou a mais na empresa, por necessidades comerciais, para cumprir suas metas, também devem ser menos recompensadas, para parte deste merecido reparo ser desviada, enfiada sabe-se lá onde, é ofensivo.